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Notícias
25/05/2017
Momento atual mercado imobiliário
A crise perto do fim - Melhor momento dos últimos dez anos para quem quer adquiri um imóvel
 
A pesquisa imobiliária do país, que analisou os preços em 5600 bairros de 203 cidades brasileiras, mostra que este é o melhor momento da última década para negociar preços e conseguir descontos na hora de comprar um imóvel.
O problema: com juros altos e renda em queda, poucos têm fôlego para isso.
 
Uma das teses do psicólogo Daniel Kaheneman, ganhador do Pêmio Nobel de Ecnonomia de 2002, ajuda a entender a situação atual do mercado imobiliário brasileiro. Diz ele que é relativamente fácil negociar preços com quem ganhou dinheiro, mas é quase impossível arrancar algum desconto de quem está no prejuízo. Para Kaheneman, a atávica aversão humana a aceitar perdas dá origem a comportamentos que beiram a irracionalidade – e resultam claro, em prejuízos maiores que deveriam. Aplicado ao mercado imobiliário, o brilho de Kahneman ajuda a vislumbrar o que motiva o comportamento das pessoas quando os preços estão em queda. Em geral, os proprietários de imóveis têm um preço na cabeça – 600 000 reais, 1 milhão, 5 milhões -, e só vendem por menos que isso em caso de extrema necessidade. Mesmo que estejam pagando imposto e condomínio enquanto não conseguem vender e mesmo que os preços estejam sendo corroídos pela inflação. È mais comum, segundo Kahneman, o mercado imobiliário ficar paralisado no meio de uma crise do que os preços caírem de formam abrupta e generalizada.

O Brasil passa por um período assim. Apresar de sua economia estar mergulhada em sua pior recessão, os preços dos imóveis estão praticamente estáveis. A última edição da maior pesquisa imobiliária do país, feita pela Fundação Instituto de Pesquisa Econômicas (FIPE) e publicada com exclusividade por EXAME, mostra que o valor do metro quadrado nas principais cidades do país aumentou, em médio, 0,8% no ano passado (foram analisados 203 municípios no total). Em termos reais, ou descontada a inflação do período, a queda foi de 5,0%. Como previsto por Daniel Kahneman, a falsa estabilidade acontece porque os negócios simplesmente não estão acontecendo. As vendas de casas e apartamentos estão no menor patamar em anos na maioria das cidades – em São Paulo, o nível é o mais baixo da série histórica, iniciada em 2004. Mas todo mundo tem um limite. “Como a crise está durando muito, mais proprietários acabaram percebendo que não dá para esperar tanto e é preciso baixar o preço, para vender”, diz Eduardo Leite, direto da incorporadora Cyrela. As grandes incorporadores vêm fazendo isso há vários meses para se livrar de imóveis encalhados. É a vez de investidores, donos de terrenos e proprietários que precisam de dinheiro por alguma razão.

Uma análise mais detalhada da pesquisa da Fipe indica que este é o melhor momento dos últimos dez anos para encontrar imóveis sendo vendidos por preços mais baixos do que no passado – ainda são uma minoria, mas a quantidade aumentou.

Os preços caírem em termos nominais em 31 cidades em 2016 – a lista inclui capitais como Rio de Janeiro, Goiânia, Manaus e até mesmo o Distrito Federal, que é considerado à prova de crises em razão da estabilidade e dos altos salário dos funcionários públicos. É o maior números desde que a pesquisa começou a ser feita, em 2001 (em 2015, houve queda nos preços em sete cidades). O número de casas e apartamentos lançados voltou a crescer no fim de 2016, e os preços estão menores. Em muitos casos, os valores equivalem aos cobrados em 2014, o que significa uma redução de cerca de 20% em termos reais. 

 
 
 
Fonte: Fonte: Exame | Edição 1137 | 10/05/2017
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